Treinamento super eficaz - a custo "zero"



Esse é um treinamento pra você mesmo fazer, com seus subordinados, empregados, funcionários, fornecedores, parceiros, etc. - mesmo que sejam um só.

A "idéia" é muito simples. E a execução também.
Tudo muito simples, muito rápido - e o resultado, imediato!

Escreva várias frases sobre o assunto que você quer "treinar" - faça caber tudo no máximo em uma página. Você deve escrever várias frases "corretas", e algumas "erradas".
Capriche! Essa é a parte mais trabalhosa - e a mais importante.
Aproveite para descrever atitudes que você quer corrigir, fazendo delas belas frases - erradas!...

Imprima e entregue aos "treinandos".

Explique, ou escreva, que:
- ao lado de cada frase, deve ser anotado "C" ou "E", de certo ou errado.
- não é obrigado responder - o treinamento é "voluntário"...
- para quem quiser entregar, tem um prazo (dê 1 ou 2 dias).
- as respostas "certas" serão divulgadas - no encerramento do prazo.
- cada pergunta / resposta poderá ser discutida - por quem desejar.

Você se surpreenderá com o resultado, e outras conclusões mais!

Nota: o "segredo" principal está em fazer o treinando pensar analiticamente nos assuntos abordados.

veja um exemplo na figura abaixo

clique p/ ampliar


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Manutenção Industrial On-Line - como melhorar a produtividade

Charbel Atalla Antonio

“Manutenção On-Line” (MOL) é a manutenção de acompanhamento da produção, realizada durante a própria operação dos equipamentos e instalações. Seu objetivo principal é maximizar a eficiência da produção assegurando a máxima continuidade e adequação das condições operacionais.

Procedimento Típico (Referência):

A Manutenção Industrial Online é exercida por um ou mais Técnicos de Manutenção que tenham habilidades gerais (mecânica, eletricidade, etc.). Geralmente um mecânico e um eletricista.

FORMA DE ATUAÇÃO E RESPONSABILIDADES DESSES PROFISSIONAIS:

1 - “Policiar” a situação de todos equipamentos e instalações.
Atuando em forma de “ronda”, devem inspecionar continuamente, cada equipamento e instalação quanto a:
- integridade: examinar quanto a sinais de possíveis avarias, ocorridas ou prestes a ocorrer. Exemplos: vazamento, aquecimento anormal, vibração, parafuso solto ou faltando, indicador fora de limite, rolamento “cantando”, etc.
- desempenho: verificar se a função do equipamento ou instalação está sendo desempenhada satisfatoriamente, quanto à produção e quanto à segurança.
Devem consultar constantemente os operadores responsáveis pela operação. (geralmente basta uma troca de olhar...)

2 – Fazer reparos e ajustes imediatos.“Irregularidades” cuja providência seja evidente, devem ser resolvidas através de uma ação direta e imediata.

3 – Alertar o Supervisor
“Irregularidades” incomuns, cuja gravidade, potencial de risco ou providência seja discutível, devem ser comunicadas de imediato ao Supervisor da Manutenção.

4 – Prestar serviços de apoio
Serviços de apoio à produção, próprios e usuais da Manutenção, como regular, ajustar, substituir ou instalar equipamentos, acessórios, etc. Normalmente solicitados ou autorizados pelo Supervisor da Produção.

5 - Fazer relatório diário.
Todas observações, intervenções e serviços realizados devem ser anotados no MOLD (Diário da Manutenção On-Line).

OBSERVAÇÕES:
a) Sempre que for necessário parar um equipamento em produção ou instalação em serviço, isso deve ser solicitado ao responsável pela operação; exceção se faz apenas a situações de emergência por razões de segurança.
b) Além das atividades citadas, os Técnicos da MOL podem ter também serviços específicos, as OS (Ordens de Serviço). Salvo orientação em contrário, a OS deve ser realizada sem prejuízo da MOL, ou seja, o serviço da OS deverá ser interrompido tantas vezes quanto necessário, a prioridade sendo sempre manter a continuidade da produção.
c) A freqüência da “ronda”, isto é, o tempo entre cada inspeção, em cada equipamento ou instalação, deve ser no máximo aproximadamente 1 hora.
d) Os casos de equipamentos avariados, sem condição de operação e cujo conserto necessite remoção do local, devem ser comunicados ao Supervisor da Manutenção. Ele determinará para onde levar e quando. Se houver um equipamento reserva para substituição, esta deve ser providenciada de imediato.
e) No âmbito deste procedimento entende-se como “irregularidade” qualquer condição que esteja prejudicando ou possa vir a prejudicar o desempenho ou a segurança do processo produtivo.
f) Todo e qualquer pedido de serviço ou providência solicitado pela Produção deve ser prontamente atendido ou passado para o Supervisor de Manutenção, de imediato ou através do relatório diário (MOLD), dependendo da urgência.
g) Esses profissionais devem portar rádio intercomunicador e mantê-lo sempre em perfeito e contínuo funcionamento.
h) O local natural de permanência e atuação desses profissionais é o ambiente de produção. Qualquer ausência deve estar relacionada às funções citadas e/ou ser de conhecimento do Supervisor de Manutenção.
i) “Irregularidades” que requeiram mais providências devem constar de forma destacada no relatório diário (MOLD).


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Mandamentos do Técnico de Manutenção - conduta e postura profissional

Charbel Atalla Antonio


A relação abaixo é uma lista dos Direitos e Obrigações do Técnico Responsável pela Manutenção de um Equipamento ou Instalação.
Muito útil na prática. Como referência para as atividades do técnico. Como referência para a supervisão.
Usado também como roteiro ou lista de tópicos para reuniões e palestras de treinamento.
Só imprimir e afixar na área de trabalho (... se você for um supervisor, chefe ou gerente da área) já pode gerar efeitos imediatos e bem interessantes.


Direitos e Obrigações do Responsável de um Equipamento ou Instalação

1. Ter / solicitar / conhecer documentação técnica / manuais.

2. Ter / fazer / conhecer histórico do equipamento ou instalação.

3. Ter / solicitar o apoio necessário para programar e controlar as manutenções preventivas.

4. Ter / solicitar ou elaborar os procedimentos de manutenção.

5. Ter / verificar estoque de peças-reserva e sobressalentes no Almoxarifado.

6. Fornecer / receber / solicitar informações relevantes (p/ chefia, colegas, operadores, etc.)

7. Identificar possíveis usos indevidos ou ações danosas ao equipamento ou instalação; informar o envolvido ou a chefia.

8. Ter / solicitar ajuda ou informar dificuldades quando necessário.

9. Inspecionar e providenciar o necessário, constantemente; abrir OS (Ordem de Serviço) / solicitar autorização quando necessário.

10. Ter / obter / manter condições de contatos estratégicos (telefones de emergência, etc.)

11. Manter sempre as condições necessárias para uma possível atuação do seu suplente.

12. Fazer acompanhamento dos processos que envolvam terceiros: Compras, Assistência Técnica, etc.

13. Conhecer as despesas com o equipamento ou instalação; participar do controle / avaliação.

14. Atuar visando o melhor aproveitamento possível dos recursos materiais e mão de obra.

15. Receber / solicitar treinamento quando necessário.

16. Ter / solicitar ferramentas especiais se necessário.

17. Manter o equipamento ou instalação em perfeitas condições de funcionamento, segurança e conservação na maior parte do tempo possível.

18. Conhecer plenamente todas as condições e implicações da operação e possíveis disfunções do equipamento ou instalação.

Você pode, ou deve, personalizar essa relação à cultura da sua empresa – acrescentando ou suprimindo itens, mudando a ordem dos mesmos (exemplo: os itens 17 e 18 podem ficar melhor sendo os 1 e 2), etc..
Se tiver alguma sugestão para talvez incluir nesta lista, aqui no Operando Bien, por favor me envie.
Se desejar um formato pronto para imprimir, clique aqui.

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Manual do Usuário - Solução de Probelmas / Troubleshooting

Charbel Atalla Antonio

troubleshooting = manual de problemas e soluções, em inglês
ELPOP = Efeitos e Limites dos Parâmetros de Operações e Processos


Num trabalho de consultoria, no terceiro dia de estudos e observação da produção, fui conversar com um operador:
– Vejo que você só chama o supervisor para pedir alguma ação para trás. E não vejo ele vir a você por pedido de alguém da frente. Sua parte nunca dá problema?
– Dá sim. Mas, quando o problema é daqui mesmo, a solução é rapidinha. Só não é quando quebra alguma coisa, ...ou dá um mau contato, essas coisas.
– Você deve saber de cor e salteado o seu “Troubleshooting”.
– Isso aí eu não sei não. ...Eu pedi ao supervisor, quando comecei operar esta máquina, que me explicasse direitinho o porquê de cada regulagem. E também como devia chegar o produto vindo de trás. Depois de alguns dias, tiradas algumas dúvidas, não foi preciso mais nada não.

Desde então tenho destacado e recomendado priorizar essa abordagem, essa conduta. O Troubleshooting, como um manual de problemas e soluções, é útil, em especial para problemas peculiares, passíveis de serem decorados, memorizados. Já o ELPOP (Efeitos e Limites dos Parâmetros de Operações e Processos, ou Effects and Limits of Process and Operation Parameters), como um manual de conhecimento e entendimento do processo e da operação, é útil de uma forma bem mais abrangente e efetiva. A ação baseada no ELPOP é consciente, racional, participativa, prazerosa.

O ELPOP deve ser preferencialmente um documento escrito.
Com os mesmos conhecimentos e da mesma forma que é desenvolvido o procedimento operacional, o ELPOP é facilmente elaborado, a partir do próprio procedimento, apenas acrescentando a descrição dos efeitos das possíveis variações ou regulagens em cada parâmetro do processo.
Geralmente em forma de tabela, o ELPOP apresenta todos os parâmetros envolvidos. Destaca, e justifica, os valores limites. Informa e explica as conseqüências, ou melhor, os efeitos, das possíveis variações, para mais e para menos de cada um, sobre os demais ou sobre o produto.
Melhor que saber o que fazer para resolver cada problema é evitar que eles ocorram controlando bem suas possíveis causas.

Coloque o ELPOP em prática nas operações mais críticas e você terá um aumento de eficiência e produtividade imediato.

Para ilustrar, segue abaixo um pedaço de um exemplo de ELPOP.



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TAG de Equipamentos – o que é, como e porque usar

Charbel Atalla Antonio


Como seria se os carros não tivessem placa? – Como seriam multados? Como funcionaria o “sem parar” do pedágio? Como funcionaria o rodízio?
Na conversa de botequim: – Podia usar o número do celular do motorista. – É, e por aonde? – Numa placa, ué. – Aí deu na mesma – Mas já economizou um número. – É, mas ia multar o cara e não o carro – Muito justo, coitado do carro – Ai, essa me fez lembrar daquele ministro que disse que cachorro também é um ser humano... – Como é que é? – Toninho, dá mais uma.


A questão, ou o fato, é o seguinte: nas grandes indústrias todo equipamento tem um TAG – por necessidade e por extrema conveniência.
Para quem ainda não sabia o que era TAG (para equipamentos), acho que nem é mais preciso explicar ou definir tecnicamente – é a placa do carro – ou o celular do motorista (lá na conversa do botequim). O seu RG é um TAG.
O TAG de um equipamento é só uma identificação, sucinta, normalmente um código, geralmente com letra e número, muitas vezes apenas um número. E, claro – exclusiva, única.
O nome – TAG – vem do inglês. Significa etiqueta, rótulo.

Outro fato: na maioria das pequenas indústrias, e em muitas de médio porte, ainda não se usa TAG. Não importa o nome. Não se usa a idéia. Nenhuma placa, nem um número pintado, nada.

E, o fato principal: o uso de TAG facilita – viabiliza – um grande número de providências, em especial as relacionadas a controles, como ocorre em atividades de manutenção e várias outras (produção, processos, PCP, qualidade, segurança, contabilidade, etc.). É uma linguagem técnica, única. Mais exata – precisa – que qualquer outra descrição do equipamento. Evita confusões – e as suas conseqüências. É um recurso muito simples, que auxilia muito várias ações, da Administração à Operações. É um procedimento comprovado, profissional, que agrega ganhos significativos, em qualidade, prazos e custos.

Se você tiver apenas 2 máquinas, iguais, que você pode confundir uma com a outra, pinte “A” em uma e “B” na outra. Pronto.
Se quiser, identifique – taggeando – acessórios, componentes, qualquer coisa que deseje controlar individualmente.

Gostou? Quer implantar, por em prática? Não tem nada de complicado. Você pode iniciar já, agora.
Comece anotando, num papel, num caderno, numa planilha, a descrição de cada equipamento e atribuindo um número – o TAG – correspondente, para cada um. Como numerar? Como for mais simples, prático. Comece com 001, por exemplo.
Faça 1 por vez, 1 por dia. Ou 5. Ou 20. Você que sabe quando vai querer começar ver os resultados.
Um cadastro seguindo alguma ordem lógica (por setor, processo, tipo de máquina) é interessante, mas não tão importante – se o cadastro for feito já no projeto (para os fluxogramas, implantação de equipamentos, etc.), é o ideal. Mas se os equipamentos já estiverem instalados e operando, para não demorar mais, siga a ordem que for mais fácil. O importante, e aí sim, imprescindível, é identificar cada um com exclusividade, sem deixar possibilidade de dúvida futura: em equipamentos idênticos, anote na sua descrição o número do chassis, ou qualquer outra característica única, ou já mande pintar o número nele. E, quando quiser dar um acabamento final, profissional, mande fazer e afixar plaquetas (de metal são as mais usuais) com os números – TAGS – gravados.

No mais é começar usar, desfrutar. Confusões e prejuízos por falta de controles vão ter algumas desculpas a menos. Passar em farol vermelho sem ser mais multado vai depender mais da “educação” e da “fiscalização”. Trabalhar sem TAG, ou com TAG errado, é muito bom... – para quem não quer enxergar, e muito menos ser enxergado!

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Gestão à Vista – base da "participação nos resultados"

Charbel Atalla Antonio

Seus funcionários compreendem porque você está insatisfeito com a eficiência da produção? Têm uma boa noção sobre a competitividade da empresa? Seus filhos sabem qual está sendo o peso da conta de telefone nas despesas da casa? Você se sente no direito de solicitar justificativas pelo não atingimento de um objetivo?


Todos nós atuamos bem melhor quando compreendemos os porquês e os para quês.

Comunique-se
Procure sempre entender as atitudes e a conduta dos envolvidos com as suas atividades, sejam eles os afetados ou os responsáveis pelas ações e resultados. Compartilhe as informações adequadas. Solicite as que considerar necessárias.
Informe ou solicite informação sobre o que precisa, o que interessa, o que convém saber. Na dose certa, adequada – nem demais, nem de menos. Bom senso e ética geralmente são suficientes para se definir o nível adequado.

Como fazer
Quanto ao conteúdo
Acrescente ao bom senso e à ética já citados, uma boa dose de empatia. Raciocinar colocando-se no lugar dos demais envolvidos é a maneira mais prática e eficaz de identificar as necessidades de informação. Na dúvida pergunte, ofereça, solicite – discuta.
Procure sempre balancear a proporção de informações relativas a dificuldades (necessidades, metas, desafios), as relativas a resultados e as boas notícias.
Quanto à forma
A mais comum e utilizada ainda é o velho quadro de avisos.
Mas pode também ser uma simples folha presa com durex direto na parede.
Ou então também, como já se vê em muitas empresas de ponta, disponibilizando as informações em terminais “públicos”, quadros de LCD... Na prática e na maioria dos casos o que se usa são quadros personalizados, “padronizados”, que expõem sempre o mesmo tipo de conteúdo. São ótimos para facilitar a leitura, comumente criando nos “leitores” o hábito de ali se informar. Muitas vezes os locais onde se disponibilizam essas informações acabam até se tornando pontos de encontro e discussão, às vezes até com horário, voluntário, porém também habitual.

Recomendações e Dicas
• Use e abuse do poder de comunicação dos gráficos.
• Jamais recorra ao uso de informações, ainda que verdadeiras, para “manipular” ou direcionar os informados contra os seus interesses.
• Para os quadros personalizados, ganhe tempo e qualidade usando fornecedores especializados. Eles já têm a experiência necessária e muitos podem contribuir inclusive na formatação do conteúdo. Para recomendar um, eu indico a Isoflex.
• Mantenha as informações sempre atualizadas. Isso é imprescindível, pois reflete a seriedade do assunto e é o que desenvolve e mantém o interesse.
• Nunca exponha informações fora da sua competência. Na dúvida, peça permissão.
• Publique informações adequadas ao público que terá acesso. Normalmente isso é função do local onde serão colocadas. O conteúdo de um quadro de aviso no hall de acesso à diretoria deve ser totalmente diferente de um junto à Oficina da Manutenção ou de um no Setor de Compras.
• Colocar alguma “amenidade” junto às informações “sérias” pode ser um estímulo interessante em alguns casos. Manchetes do jornal do dia, curiosidades, dicas profissionais, etc..
• A falta de informação pode ser tão inconveniente quanto o excesso. Muito cuidado para não exagerar, não “poluir”.


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Entrevista de Emprego - como se portar

Charbel Atalla Antonio


Chegue entre 5 a 10 minutos antes.

Leve com você e apresente, demonstre:
• Interesse
• Auto-confiança
• Boa aparência
• Educação
• Seu currículo
• Ética
• Empatia
• Sinceridade
• Naturalidade
• Simpatia
• Empatia
• Bom humor
• Paciência
• Entusiasmo
• Disponibilidade
• Comprometimento
• Suas pretensões
• Celular desligado

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Gestão por Trabalho ou Gestão por Resultado – qual a melhor

Charbel Atalla Antonio


– Controlar cada um e ver todos trabalhando muito, o tempo todo?
ou
– Controlar os processos e buscar um resultado sempre melhor?


Qual a sua opinião ou dúvida? Em qual situação?

Na figura abaixo (clique p/ ampliar), quem não está trabalhando?



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Fornecedor Único ou Exclusivo – porque e como contratar ou adotar

Charbel Atalla Antonio

Consultar sempre diversos fornecedores para fazer o melhor negócio é, sem dúvida, o melhor procedimento – como “regra geral”.
Em algumas situações porém, utilizar um fornecedor único ou exclusivo pode apresentar diversas vantagens para o comprador. E pode ser este sim o melhor negócio. Inclusive para o fornecedor.


De maneira geral o sistema de fornecedor único, ou “cliente cativo” como também chamado pelo fornecedor, é vantajoso quando é maior a probabilidade do seu custo global ser menor que os custos – diretos e indiretos – do sistema tradicional.
Essa condição ocorre basicamente em duas situações:
1. Quando a confiabilidade em um determinado fornecedor é significativamente superior a dos demais e, simultaneamente, o nível de risco aceitável pelo comprador é pequeno. Mais comum no fornecimento de serviços e equipamentos. Exemplos: uma cirurgia, um parecer técnico, um gerador de energia elétrica, uma máquina de lavar roupa.
2. Quando, dentro de um tipo de fornecimento, próprio de certos fornecedores, a quantidade e a diversidade de itens regularmente comprados são consideráveis. Mais comum no caso de suprimento de materiais e itens de consumo, reposição, peças. Exemplos: compra de materiais de construção por uma construtora, compra de rolamentos e engrenagens pela Manutenção de uma grande indústria.

Vamos aqui abordar mais em detalhe um caso típico e comum: suprimento de materiais de MRO – Manutenção, Reparos e Operação.

É muito comum nesses casos a compra mensal de dezenas, centenas ou até milhares de itens diferentes.
Nessas condições, comprar usando o procedimento tradicional – consultar vários fornecedores – é um processo geralmente demorado e de custo elevado.


Implantação do Sistema de Fornecedor Único:

1. Classifique os itens usualmente comprados em grupos. Compatibilizando com as especialidades dos possíveis fornecedores “locais”. Assim podem surgir vários grupos, por exemplo: 1. materiais de escritório 2. materiais de higiene e limpeza 3. rolamentos e engrenagens 4. lubrificantes, etc.

2. Escolhido um grupo, obtenha o consumo médio ou usual em um determinado período, para cada item, por histórico ou por estimativa. Costumamos chamar este “lote” de fornecimento de “cesta básica do fornecimento”.

3. Consulte possíveis fornecedores para o fornecimento de todos os itens do grupo durante um período desejado. Informe todas as condições, procedimentos e critérios desejados. Exemplos: frequência de entregas de rotina; prazo (horas) para entregas de emergência; o preço – reduzido em função das quantidades – poderá ficar condicionado a uma previsão de faturamento mensal limitada em x% para mais e y% para menos, etc.

4. Negocie e contrate.

5. Preveja, informe o fornecedor, e realize periodicamente uma nova consulta ao mercado para “aferição”, atualização ou melhoria das condições (preços, etc.) negociadas.


Observações – Curiosidades - Recomendações – Referências

• A consulta deve necessariamente considerar a “cesta básica”, ou seja, as quantidades previstas para cada item, pois comparar apenas os custos unitários pode levar a uma conclusão enganosa; é o caso, comum, onde os melhores preços propostos correspondem aos itens de menor consumo...
• É importante observar as condições de “autonomia” necessárias ou adequadas para a prática desses relacionamentos comerciais. Nas empresas, além de respeitar as normas e procedimentos, geralmente é necessário “demonstrar” as vantagens da opção adotada.
• Para o “candidato” a fornecedor único ou exclusivo, esse relacionamento, por ele também chamado de “cliente cativo”, também é geralmente de alto interesse. Assim, os processos de seleção, contratação e fornecimento normalmente ocorrem de maneira bastante colaborativa, objetiva e satisfatória.
• Existem vários casos onde o sistema ou contrato com fornecedor único, exclusivo, ou cliente cativo, é compulsório. Exemplos mais comuns são os fornecimentos e serviços “públicos”: fornecimento de água, energia elétrica, segurança, etc.
• Uma forma moderna, interessante e também adequada para consultar fornecedores nesses processos é a de “Leilão Reverso”.
Benefícios mais comuns do contrato com fornecedor único ou exclusivo: redução da mão de obra e custos do processo de compras do cliente e de vendas do fornecedor; redução de preços e melhoria de lucros em função das quantidades; redução dos prazos do processo de compras e recebimento / entrega dos itens comprados; redução dos estoques em função da redução dos prazos de suprimento > tendência ao just-in-time; atendimento melhor em questões garantia.


Leia também: Análise de propostas - Contratos – check-list de elementos básicos - Estoque de MRO – dimensionamento e Gestão

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Fazer ou Fazer Bem Feito - o que é mais importante?

Charbel Atalla Antonio

Para não ficar no "depende...", a minha opção é "fazer!".
E continuar fazendo, até fazer bem feito, muito bem feito - cada vez melhor!
Qual é a sua?

Considerando, entre outras coisas, que a "concorrência" de hoje nos leva a buscar - sempre, e urgente - a "excelência" em tudo que fazemos, essa é uma discussão importante e muito interessante.

Manifeste aqui a sua opinião ou acrescente questões a respeito.

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Como Diminuir as Horas-Extras

Charbel Atalla Antonio


O custo das horas-extras pode anular todo o esforço da produção. Excesso de horas-extras é um problema muito comum dos gerentes de operação.

Se você tem problema de excesso de horas-extras no seu setor ou empresa, a primeira coisa a olhar e verificar é o nivel de ociosidade. Se dispuser, analise seus índices de eficiência e produtividade.

Se a ociosidade for nula ou quase nula, a solução provável para reduzir suas horas-extras está no redimensionamento da equipe – contratação de mais pessoas.

Se a ociosidade for significativa ou alta, a solução das horas-extras provavelmente será melhorar a Programação e Controle da Produção (PCP) e/ou minimizar as Paradas de Produção Imprevistas.

Para a situação mais comum – altos índices de horas-extras e de ociosidade – as soluções mais comuns são melhorar:
• A negociação de prazos com fornecedores e/ou clientes.
• O desempenho da atividade de Suprimentos: estoques, almoxarifados, compras.
• O desempenho da Manutenção Preventiva.
• O dimensionamento do Estoque de Produtos Acabados.

Atenção: a situação de ociosidade + horas-extras = zero só existe na teoria, onde pessoas não tem imprevistos, máquinas não quebram, o mercado é 100% previsível... Na prática, no caso geral, o "adequado" é ociosidade + horas-extras girar em torno de 5%, até 10%. Se você estiver com ociosidade + horas-extras próximo de zero esteja certo que procurando vai encontrar boas "oportunidades de melhoria": aumento da produção ou de vendas, redução de estoques, etc.

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Eletricidade – noções básicas / linguagem

Charbel Atalla Antonio

Lâmpada de 220 volts ou 220 watts? Qual gasta mais?

Como a eletricidade está praticamente em tudo, é conveniente termos um mínimo de conhecimento a respeito. Para escolher o mais adequado, para gastar menos, por segurança.

ATENÇÃO: MEXER COM ELETRICIDADE É PERIGOSO. É COISA PARA PROFISSIONAL.

Linguagem – Conceitos

1. Potência - o que mais falamos em eletricidade, o que mais nos interessa, a Potência é a “força”, com que um aparelho, uma máquina, processa a sua função. Medida em Watts (W). Dizemos: um secador de cabelo de 500W, uma lâmpada de 100W, um aparelho de som de 200W, um carro de 80CV, um motor de 1/2HP. Uma lâmpada de 100W é mais forte que uma de 60W.
Aqui já vale a pena entender um pouco melhor do que estamos falando.
Primeiro, a forma mais usual, o nome mais usado para potência em eletricidade é o Watt. Mas também tem outros - “sinônimos” – os mais comuns sendo o HP (Horse-Power) e o CV (Cavalo-Vapor), ambos equivalentes a aproximadamente 740W cada um.
Segundo, a potência que uma máquina ou aparelho processa não é bem a que ele nos fornece. Isto depende da eficiência do equipamento. Assim uma lâmpada fluorescente nos fornece bem mais luminosidade (potência luminosa) que uma incandescente (comum) de mesma potência elétrica.
Terceiro: potência é um valor “instantâneo” – é mostrado por um ponteiro que para p/ mostrar o seu valor. Não é um valor acumulado – mostrado por um ponteiro que fica dando voltas..

2. Voltagem - outra palavra muito usada em eletricidade. Também chamada de Tensão. É o “alimento” que faz funcionar um equipamento. Que “empurra” a corrente elétrica. Que sustenta a potência. Que se transforma em energia. É a voltagem para a qual o equipamento foi projetado para trabalhar. Como o combustível “certo” para um automóvel de 80CV pode ser gasolina, álcool, diesel, etc., a força “certa” para uma lâmpada de 60W pode ser 12V, 110V, 220V, 380V, etc. Um combustível ou uma voltagem errada podem danificar um equipamento. Os flex-power e os multi-voltagens já são projetados para dois ou mais tipos de fontes de energia.

3. Energia - mais uma palavra bastante usada. Mede o consumo total, ou acumulado, o quanto se usa de eletricidade. É pelo que “pagamos”. A unidade usual é o KWh, igual a 1000Wh. É o consumo instantâneo totalizado pelo tempo de uso. Um carro que faz 10Km/litro gasta 2 litros para andar 20Km. Uma lâmpada de 100W acesa durante 3 horas gasta 300Wh, ou 0,3 KWh

4. Corrente e Resistência – essas palavras já são mais usadas pelos especialistas, pelos profissionais. Mas, não têm nada de complicado. E entendê-las pode ser muito útil. Resistência é praticamente o que o próprio nome diz: é a maior ou menor oposição que um elemento apresenta para a passagem de eletricidade, que por sua vez é a corrente elétrica. A corrente é medida em Amperes e a Resistência em Ohms.
Quanto menor a resistência, maior a corrente – na mesma proporção. Isso se quem estiver empurrando a corrente (a Voltagem) não mudar. E, mantida a mesma resistência, se aumentar a Voltagem, a corrente aumentará – também na mesma proporção. Esse raciocínio, matematicamente se escreve I=V/R (a Corrente é igual à Voltagem dividida pela Resistência) – a tal Lei de Ohm!

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Como Manter a Mesa Organizada

Charbel Atalla Antonio



Organizar sua mesa você sabe! Todo mundo sabe!

A questão é como manter a mesa organizada.

Na verdade, a questão mesmo é porque manter a mesa organizada?
Esse é o ponto. Essa é a solução.
Ter motivo – ter motivação – é o suficiente p / fazer uma coisa tão fácil como manter uma mesa organizada.

Primeiro, é interessante entender que todos nós precisamos de um "espaço" para nossa "bagunça". Um "espaço de espera", para as coisas que não são prioritárias, que não decidimos na hora, que ainda vamos pensar o que fazer com elas.
Que esse espaço não precisa ser a sua mesa de trabalho.
Que esse espaço pode ser sua bolsa, e/ou sua gaveta, e/ou etc..

Segundo, é importante considerar que, para os outros, somos o que parecemos ser... (leia).

Terceiro, tenha em mente que uma mesa organizada é uma mesa que tem sobre ela, além de algum eventual objeto decorativo, apenas o que é realmente necessário no momento de ser usado. Quando você não a estiver usando, em princípio não precisa haver nada sobre ela – especialmente se você usar um note-book, e ainda mais se suas anotações todas estiverem dentro dele...

Por último, considere as vantagens e desvantagens:

Vantagens de ter uma mesa organizada, ou melhor "limpa":
1. Ninguém vai pensar que você quer parecer sobrecarregado de serviço mostrando uma mesa coberta de "pendências".
2. Você será considerado organizado, eficiente.
3. Qualquer um (que você permitir) poderá fazer uso da sua mesa – sentindo-se à vontade – nas suas possíveis ausências. Isso já é uma prática atual, usual em muitas empresas.
4. Ninguém vai mexer em coisas suas durante suas possíveis ausências.

Desvantagens de ter uma mesa organizada:
1. Você terá uma desculpa a menos quando perder alguma coisa.


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Empatia - o que é e pra que serve

Charbel Atalla Antonio

Praticar direção defensiva é praticar empatia.
Como ser um vendedor de sucesso? Usando empatia.
Como jogar bem xadrez? empatia.
Como agradar o chefe sem usar empatia? Impossível!
O "puxa-saco" é um mestre em empatia, apesar de, geralmente, lhe faltar muitas outras qualidades...
Como conquistar, como seduzir? - empatia!
Quer ouvir "sim!"? Use empatia.
Ouvir "não!"? ... empatia.
Escolher o presente certo? Empatia.
Como "dar um golpe", enganar alguém? ... empatia!
Como não cair em golpes, ser enganado? ... empatia!

Que "diabo", ou "deus", é essa empatia??

Empatia é, em relacionamentos, saber se colocar no lugar dos outros!
É isso. Só isso.

Tente.
Insista. Persista. Treine.

Obs.:
Quer saber como ganhar na loteria? Esqueça a empatia.

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Aparência – para os outros, você é o que parece ser

Charbel Atalla Antonio



Você é o que realmente é – unicamente para você!

Para os outros, para o resto do mundo, você é o que parece ser.

Mesmo para quem conhece bem você, você será sempre apenas o que parece ser.
Se você vive chorando, mas não conta pra ninguém que é porque tem dor de barriga, você é simplesmente um chorão – até para a sua mãe.

Se você tem alguma dúvida, pense – bem – em como você avalia os outros. Pense!

Importante desta ‘lição’:

1. Não fique esperando os outros ‘descobrirem’ quem você é, do que você é capaz, qual é o seu produto. Mostre, demonstre.

2. Muito cuidado com as aparências. Questione, investigue, avalie.

Observação: Seja cauteloso em não aparentar a coisa errada. Exemplo: a maioria das pessoas não gosta de negociar com quem parece mais inteligente que elas...



Leia também: Mesa Organizada, Políticas na Empresa

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Como criar / fazer um blog – grátis

Charbel Atalla Antonio


Criar, fazer um blog, é super fácil, super rápido (minutos).

Eu sugiro, recomendo criar, fazer com a Google. Como este blog, o meu blog.
Repito: você pode fazer – iniciar – um blog igual ou melhor que o Operando Bien em poucos minutos.

Faça seu blog sem qualquer receio.

Qualquer coisa - tudo - no seu blog pode ser alterado depois.
A única coisa que é bom saber e lembrar sempre, é que, tudo que for para o ar no seu blog, pode ser alterado ou cancelado a qualquer momento, ... porém já estará publicado / divulgado, e poderá ficar muito tempo na memória do ciber-espaço ...
(ex.: artigos que removi do meu blog, há meses, ainda podem ser acessados, "em cache", ou em outros sites e blogs que os copiaram..).

Criar um blog na Google não tem custo nenhum.

É só acessar http://www.blogger.com/start .
Lá tem todas as instruções necessárias p/ fazer seu blog. E muito simples.

Pronto, menos de 5 minutos e seu blog está no ar!

Inaugurado o seu blog, publicado sua 1ª matéria, provavelmente a próxima coisa que você vai querer é 'monitorar' o funcionamento do blog – conferir, acompanhar sua 'audiência'.
Para isso, eu uso, recomendo http://www.sitemeter.com/. Também bem simples, rápido, c/ versão grátis.
A Google também tem esse serviço – o Google Analytics – muito superior ao outro, até 'demais' na minha opinião.

Ah, mais um 'detalhe', p/ seu blog poder começar aparecer nas buscas dos seus possíveis leitores: 'registre' ele em http://blogsearch.google.com/ping.

É isso aí – sucesso com o seu blog!


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Terceirizar – quando, como?

Charbel Atalla Antonio


Terceirizar é passar atividades da sua empresa ou suas para outras empresas ou pessoas fora da sua empresa.
Terceirizar geralmente aumenta o custo de atividades contínuas, rotineiras, comuns.
Terceirizar geralmente reduz o custo de atividades intermitentes, esporádicas, especializadas.
Terceirizar geralmente pode melhorar a qualidade do produto da atividade terceirizada.
Terceirizar geralmente propicia melhores condições para o desenvolvimento, exercício e resultado das atividades principais, suas ou da sua empresa.
Terceirizar depende de disponibilidade, qualificação ou desenvolvimento de fornecedores.
Terceirizar pode melhorar significativamente os lucros, seus ou da sua empresa.
Terceirizar pode melhorar muito a qualidade de vida, sua ou da sua empresa.

Quando Terceirizar?
Quando as possibilidades acima lhe parecerem interessantes, possíveis – e forem confirmadas.
Simples assim? Simples assim!

Como Terceirizar?
1. Relacione todas as atividades, suas ou da sua empresa. Capriche – quanto mais detalhada essa relação, melhor.
2. Marque um “X” ao lado de cada uma quando achar que “Seria ótimo ter este produto ou serviço fornecido por alguém, com boa qualidade e um bom preço, sempre que preciso.”
3. Ao lado de cada “X” marcado, marque outro “X” quando pensar “Este não será difícil.”
Pronto! Você já tem em mãos o mínimo que precisava para montar um “Plano de Ação”. E agir!

Obs. & Dicas
• Experimente substituir os “X” por uma nota de 0 a 10. Some os resultados. Interprete.
• Olhe bem para os itens que não ganharam nenhum “X”: eles são a essência do seu negócio – os beneficiados com a terceirização dos demais!
• Monte a relação / tabela sugerida em Excel (aprenda em 5 minutos) – você poderá fazer as contas, ordenar, revisar com muita facilidade.
• Se desejar, enriqueça a análise acima com a “Curva ABC”.


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Equipamento-Reserva em Stand-by – Ter ou Não Ter?

Charbel Atalla Antonio

Mais importante que ter ou não ter um equipamento-reserva é ter plena consciência da situação.

Quem já não ficou nervoso por ver sua produção parada durante horas por causa de uma máquina avariada? – E ficou nervoso por quê?
Quem já não terminou, muito contrariado, um banho na água fria?

Será que Shakespeare tinha dois chuveiros no seu box de banho?

Muito, muito distante da profundidade das questões que gostava de tratar o nosso amigo, os nossos problemas, felizmente, são muito mais simples – e muito mais fáceis de resolver.

Equipamento-Reserva – ter ou não ter?
A solução, ou melhor, o importante é identificar onde temos oportunidade e interesse para a duplicidade (às vezes triplicidade, ou até mais).
E então avaliar e decidir – providenciar ou assumir.

• Como avaliar e decidir?
Essencialmente comparando as vantagens e desvantagens.
Muitas vezes apenas com bom senso.
Ou então, basicamente com a mesma análise que se faz em estudos de viabilidade técnica-econômica:
1. Avalie a viabilidade técnica. É possível realizar, instalar?
2. Apure, estime, os custos de “não ter”: custos “diretos” (consertos, perdas de materiais, mão de obra parada, etc.) e “indiretos” (horas extras, lucros cessantes, perda de negócios, etc.). Obtenha o “custo mensal” dividindo o valor total pelo tempo considerado para ele se realizar.
3. Avalie os custos de “ter”: aquisição, instalação, etc.
4. Divida o “custo de ter” pelo “custo mensal de não ter”. Compare com o TRC (tempo de retorno do capital) das suas outras opções, e opte.

Muita atenção para as considerações à parte que devem ser feitas para os “casos especiais” – aqueles de difícil ou impossível avaliação econômica, que envolvem aspectos estratégicos, de segurança, de conforto, e outros do tipo. Muitas vezes a falta de um equipamento-reserva é simplesmente inadmissível.

Observações:
• Uma vez decidido ter o equipamento-reserva é importante dar-lhe a devida atenção. Principalmente se ele for ficar efetivamente em stand-by, sempre pronto para uso. Manutenção e testes periódicos devem entrar na rotina. Uma boa prática é revezá-lo periodicamente com o “titular”.
• O estudo para avaliação dos “custos de não ter” é uma boa oportunidade para analisar a possibilidade de reduzi-los – e aumentar a chance de dispensar o equipamento-reserva.
• Uma vez decidido pelo “não ter”, deve-se promover a adequada conscientização dos envolvidos.

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Operando Bien - apresentação

Artigos sobre boas práticas empresariais e pessoais,
escritos de forma simples e objetiva,
para possibilitar aplicações reais e imediatas.

Artigos constantemente atualizados em função de comentários, discussões em seminários e treinamentos, da aquisição e desenvolvimento de novos conhecimentos.

Charbel Atalla Antonio
autor responsável

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Gestão Digital – o que é, como e porque usar

Charbel Atalla Antonio

Muita gente continua perdendo muito tempo e dinheiro – simplesmente porque ainda não se deu conta que não é mais assim que funciona.


Com Informática ou Com Lápis na Orelha
Se nada neste artigo for novidade para você, no mínimo, com certeza você vai se lembrar de alguém que gostaria muito que também lesse.

Quem usa o computador só para textos, e-mails e Internet, ainda não conhece e não sabe usar um Excel, pode ter certeza que está perdendo muitas oportunidades, tempo e dinheiro.
Talvez não se importe – ou tenha quem faça, isso e até muito mais, por ele(a).

Excel, para quem ainda não sabe, e para efeito deste artigo, é planilha (tabela) de cálculo. Excel é uma marca, como Bic, Brahma. Da mesma forma, o Word é um processador de texto (máquina de escrever). Os dois são marcas da Microsoft. E aqui não vai nenhuma propaganda – pelo contrário – tem várias outras marcas, similares, equivalentes. Aliás, hoje tem vários desses softwares, de muito boa qualidade – gratuitos – um bom exemplo é o Open-Office.

Agora, se você não entende nada de computador, se você não pode ou não quer gastar dinheiro para comprar um, meu conselho é o seguinte: acredite que vale a pena, consiga acesso a um computador e aprenda a usar o quanto antes. A condição mínima necessária não é mais que 1 ou 2 horas por dia, durante alguns poucos dias – podendo ser até numa Lan-House. Tendo alguém por perto, disposto a lhe mostrar o básico (e onde fica a tecla F1 (help)...) – o resto vai depender mais da sua vontade do que de qualquer outra coisa.
Procure aprender logo a usar o Excel. Se estiver começando do zero, você vai precisar de umas poucas horas para saber fazer o básico – montar tabelas com cálculos de soma, multiplicação, média, etc. – e fazer gráficos. Só saber como fazer isso já será extremamente útil.
Depois você pode, mesmo sozinho (com a F1, ou com a Internet), aprender e até fazer muito mais – as possibilidades, realmente, não têm limites.

O motivo desta longa introdução é convencer que somente quem não tem a mínima condição, necessidade, conhecimento ou vontade, é que ainda não faz gestão digital – gestão com base na informática, no computador. E continua perdendo – tempo e dinheiro.


Gestão Digital – o que é
Gestão é a atividade de cuidar de alguma coisa – administrar, planejar, controlar, conduzir, definir e atingir metas.
Gestão Digital é a Gestão feita com ajuda da informática, do computador.


Gestão Digital – cultura
O planejamento é feito analisando dados. A execução gera novos dados. O controle é feito com a observação e análise dos dados. Novas decisões e ações dependem da qualidade e aproveitamento do controle – precisão, rapidez, clareza, boa comunicação.
Um bom banco (cadastro) de dados e um bom sistema de controle são as bases para poder haver boas análises e boas decisões – boa gestão.
Saber que dados interessam e obtê-los não é tão difícil. Na verdade, na maioria das vezes é muito fácil. Processar os dados é a questão, o ponto chave. Até há muito pouco tempo, 1 ou 2 décadas, isso era difícil e muito trabalhoso. – Era! – Não é mais! Hoje é muito fácil. Muito fácil mesmo! Esse é o ponto – o motivo deste artigo!
Muita gente já sabe disso. E está tirando muito proveito.
Muita também ainda não. E está ficando para trás.
O importante aqui é mudar o pensamento, a cultura – se convencer, fortemente, que a situação mudou. Antes não nos importávamos muito – nem procurávamos mais dados de interesse para controlar – porque não sentíamos isso como razoável, viável. Médias tinham que ser calculadas. Gráficos tinham que ser “construídos”. Tivemos essa cultura por muito tempo. Hoje, médias são “obtidas” e gráficos são “gerados”. Com “cliques”. Isso já está aí – pronto para usar, super-fácil, totalmente acessível. Com um potencial enorme para revelar oportunidades – de ganhos em custos, em prazos, em qualidade. O tempo todo – a melhoria contínua.
Essa “nova” condição é a informática, o computador, o Digital da nossa velha Gestão.


Gestão Digital – como fazer
1. Coleta de dados – compondo um Sistema de Controle, é a base da gestão digital. O principal é identificar bem os dados de possível interesse – fazer um bom banco de dados. De maneira geral, a quantidade pode se tornar muito grande porque “quase tudo influi em quase tudo”. Deve-se então escolher “apenas” os mais importantes, os com possibilidade de contribuir significativamente para a gestão. A preocupação, não sendo mais com o processamento de dados, passa a ser com a praticidade da coleta e registro de dados.
Deve-se ter em mente qual o foco, o escopo da gestão em questão. Pode ser uma empresa, um setor, uma atividade, uma tarefa, os clientes, os fornecedores, o estoque, a qualidade, os custos, as despesas, um contrato, uma plantação, um game, um site, um blog, etc., etc.
Exemplo de dados interessantes para a gestão das compras de uma farmácia: - para cada produto vendido ou procurado: data, dia da semana, horário, valor unitário, quantidade, motivo da venda (1,2,3..), motivo da não venda (1,2,3..), no. Nota Fiscal, cliente (nome, endereço), escolha (1ª., 2ª. ..), etc.
Exemplo de dados interessantes para a gestão de contratos de uma empresa de eventos: - para cada proposta emitida: datas (da solicitação, da proposta), cliente (nome, empresa, cargo, endereço, telefone), diretrizes iniciais (local, data, horário, tipo evento, verba, etc.), etc.
Exemplo de dados interessantes para a gestão da produção de uma fábrica de salsicha: - para cada dia de produção: horários (início e fim de cada período, partida e parada de cada máquina), quilos (matéria prima, produto acabado, retrabalho, sobras, etc.), operários, dados do processo, motivos de paradas, etc.
2. Emissão de relatórios – é o processamento dos dados coletados, apresentado em forma adequada para um bom entendimento e uma boa interpretação. É a base para as análises e tomadas de decisão da atividade de gestão. Bons relatórios devem, entre outras coisas, mostrar índices ou indicadores importantes (KPI), históricos, tendências, etc., através principalmente de tabelas, curvas abc, gráficos. Um bom relatório pode ser até um único gráfico, gerado num instante qualquer desejado. Após este, recomendo você ler também o artigo Relatórios Gerenciais – Base para Tomadas de Decisão.
Imagine quantos gráficos super-interessantes é possível fazer para a farmácia, a empresa de eventos e a salsicharia, só com os dados citados nos exemplos acima – “com cliques”!
Aprenda mais observando exemplos de gráficos prontos – em quase qualquer revista existem vários. Se você nunca fez um gráfico, experimente fazer um já. Um gráfico tipo pizza (%) das despesas pessoais (lazer, educação, moradia, saúde, etc.) é muito interessante – fazer com dados estimados, e depois conferir com o real já poderá até lhe dar boas idéias...

3. Análise e Tomada de Decisões – é a atividade da Gestão em essência. É a percepção das necessidades e oportunidades de ação, baseada na observação dos dados coletados no Controle, processados e apresentados nos Relatórios. Muitas tomadas de decisão podem ser facilmente identificáveis – por exemplo: aumentar a produção de um produto que só não está vendendo uma quantidade 30% maior por falta de estoque. Muitas também podem requerer a avaliação de alternativas – por exemplo: onde investir o lucro mensal previsível para os próximos 3 meses. Para casos como esse, recomendo você ler também o artigo Tomada de Decisão – um método simples e prático.
Planejamentos e Planos de Ação completam esta etapa.

4. Ação – aqui, um único comentário: Planejamento sem ação é ilusão! – Mão na massa!

>> Repetição do processo, num estágio acima: ...Coleta de dados, Emissão de relatórios... Mantenha a “roda girando” – o ciclo do PDCA – a Melhoria Contínua.


Resumo

Porque fazer Gestão Digital? Porque é muito fácil e dá muito retorno – rápido. Porque hoje, nos negócios, isso é vital.

Como fazer Gestão Digital? Com consciência, conhecimento e visão. Com computador, informática. Com mínimo custo. Simples. Rápido. Começando fazer – já!

A Gestão Digital, também chamada (inadequada ou mesmo erroneamente) de informatização ou automação, comercial ou industrial, é extremamente útil - indispensável na minha opinião - em muitos ramos: farmácias, lojas de calçados, lojas de roupas, bazares, papelarias, quitandas ou feiras-limpas, açougues, pequenos mercados, padarias, lanchonetes, fornecedores de serviços como serralherias, marcenarias, pintores, pedreiros, professores, dentistas, médicos, advogados, engenheiros, pequenas indústrias ou produções de roupas, salgadinhos, refeições, produtos de limpeza, confecções, restaurantes, e muitos outros.


Recomendação / Sugestão
Não espere para começar. Use parte do tempo ocioso, seu ou dos seus empregados ou subordinados, para coletar dados. Como se fosse um passa-tempo. Mesmo sem saber bem como irá usá-los. Simplesmente comece.
Você verá novas idéias começarem a surgir imediatamente.

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